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quarta-feira, 21 de março de 2012

De olho na postura!

Gestos simples e repetidos como carregar bolsas, assistir televisão, dirigir, lavar louça, entre outros, de forma errada podem levar a dores muito incômodas. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), 80% da população mundial sofrerá de dores nas costas em algum momento da vida.

A longo prazo, as dores nas costas, podem colaborar para o envelhecimento precoce da musculatura entre as vértebras e levar a dores cervicais ou lombares.

A coluna é essencial para a sustentação do nosso corpo, além de absorver e dissipar as sobrecargas. Graças a ela podemos girar e mexer para frente, para trás e para os lados; Muitas pessoas não sabem que músculos de várias partes do corpo, como tronco, pernas, braços, pelve e pescoço, estão ligados à coluna.
As consequências de uma má postura incluem: tensões musculares, dores de cabeça, dores no pescoço, artroses, hérnias e compressões das articulações.

Padrões emocionais de sobrecarga, baixa auto-estima, depressão e ansiedade podem estar relacionados com a má postura, já que infuenciam a forma de nos mostrarmos para o mundo.

A postura ideal é aquela em que há equilíbrio entre os músculos e ossos, distribuindo o peso entre os dois lados do corpo.

A melhor postura para se deitar: quadril, ombro e cabeça devem estar alinhados. Use almofadas entre as pernas e os braços, e opte por colchões de alta densidade;

A melhor postura para se sentar: apoie o corpo sobre a parte anterior do ísquio (ossa da pelve que sentimos quando sentamos sobre a mão). Com os pés paralelos e plantados no chão, forme um ângulo de 90 graus com os joelhos. Prefira cadeira com encosto;

A melhor postura para ficar em pé: distribua o peso do corpo entre os calcanhares e a região abaixo dos dedos dos pés, que devem ficar paralelos;

A melhor postura para abaixar: com a cabeça alinhada à coluna, flexione o quadril, joelhos e tornozelos para alcançar o chão. Ao levantar um objeto mais pesado, apoie um dos joelhos no chão.

Para aliviar as dores e tensões nas costas e musculares, massagens terapêuticas podem ser muito eficazes, além da reflexologia; ambas liberam endorfinas no nosso organismo, proporcionando bem-estar.
A reflexologia regula ainda as funções do nosso corpo, diminuindo as dores e equilibrando todas as funções.

Para ajudar nos padrões emocionais, os florais podem ser uma ótima pedida.

Viva a saúde!

Texto baseado no livro "De olho na postura" dos autores Christina Ribeiro e Victor Liggieri da Summus Editorial.

domingo, 13 de dezembro de 2009

Reflexologia para bebês: uma excelente forma para manter a saúde!


A reflexologia é a terapia que utiliza a massagem em pontos dos pés e das mãos, a fim de equilibrar as funções do nosso organismo.
Os benefícios terapêuticos e agradáveis da massagem dos pés e das mãos são reconhecidos há muito tempo. Sabe-se que há 5.000 anos, na China, aplicava-se massagem nos pés por compressão.

A reflexologia ganhou força na América no início do século XIX, quando o Dr. William Fitzgerald desenvolveu a "teoria por zonas", na qual os pés e as mãos são divididas em partes correspondentes aos órgãos, glândulas e músculos do corpo. Essa teoria inspirou a fisioterapeuta Eunice Ingham à elaboração dos mapas dos pés utilizados hoje pela reflexologia.


Essa terapia pode estimular a energia curativa natural da criança, em momentos de crise, ou ainda como prevenção de doenças. A maioria dos bebês não nasce assustada, tímida ou nervosa. Chegam ao mundo livres de desgastes emocionais que, cedo ou tarde, acabam afetando a todos. Assim, a força vital no recém - nascido costuma fluir sem qualquer restrição. Os bebês são extremamente sensíveis a sons, temperaturas e, obviamente, ao toque.

Use a reflexologia desde cedo, proporcionando uma vida saudável aos seus filhos. As crianças que crescem tendo a reflexologia como parte da vida familiar diária terão bem mais resistência a males comuns como tosse, resfriado e problemas gástricos.
Mais do que isso, a constante demonstração de carinho por parte dos membros da família ajuda a desenvolver a auto-estima e a autoconfiança, bem como o respeito às necessidades alheias.

Nada é mais angustiante para um pai ou uma mãe do que ver o bebê sofrendo - sem um motivo aparente. Para os choros mais comuns, normalmente problemas digestivos e dentição, a reflexologia é uma forma de tratamento eficaz e inofensiva que pode ser aplicada para garantir alívio ao bebê (e aos pais).

Os bebês e crianças pequenas reagem prontamente à reflexologia. Não só sua força vital é extremamente poderos; suas funções orgânicas também estão perfeitas. Os obstáculos à cura, presentes em muitos adultos devido aos efeitos prejudiciais da exposição a poluentes, uso prolongado de medicamentos ou dieta inadequada, não existem em corpos muito juvenis. Abraçar, acariciar e cuidar do bebê são expressões naturais de alegria por seu bem-estar, um ponto essencial no desenvolvimento do vínculo afetivo.

Em alguns lugares, a massagem total no bebê é parte diária da rotina de muitas mães. Se a reflexologia dos pés se tornar prática comum na vida do bebê, passando-lhe afeto e segurança, ele logo começará a adorá-la.


O pé do bebê é tão pequeno que o trabalho com o polegar ou os outros dedos sobre a sola leva pouquíssimo tempo, a pressão aplicada deve ser leve e delicada, pois a área é sensível e os pés ainda não estão completamente desenvolvidos. Cada pé deve ser trabalhado, por aproximadamente, 5 minutos e é perfeitamente seguro repetir a rotina de hora em hora, se necessário, até o bebê se acalmar e dormir.


Algumas questões que podem ser tratadas e prevenidas com a reflexologia: aliviar traumas de nascimento (se o parto foi demorado, ou o bebê foi retirado com auxílio de fórceps), acalmar cólicas, aliviar o desconforto e a irritação da dentição, diminuir alergias, prisão de ventre, dor de ouvido, problemas na garganta, entre outros.

Fonte: GILLANDERS, A. O Guia familiar para a reflexologia. São Paulo: Manole, 1999. 143p.