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sábado, 22 de dezembro de 2012

Roubo energético: como preservarmos nossa energia!

"Não temos como negar, na maioria dos dias, ao final da tarde, normalmente nos sentimos esgotados. É comum vir aquele cansaço, aquela tensão, até uma dorzinha de cabeça e mal estar estomacal. Também vem a falta de paciência e o desânimo. O motivo: estamos exauridos de energia, ou melhor, dizendo, fomos sugados. Qual é a causa para tantas perdas de energia? Por que somos tão vampirizados na nossa rotina de vida?

São muitos os fatores que podem promover os roubos energéticos, mas alguns são mais marcantes, logo significativos.

Antes de tudo, é importante dizer que o corpo físico humano só existe e se mantém graças a uma força vitalizadora essencial que alguns chamam de fluido vital, outros de prana ou simplesmente Ki. São muitos os nomes dados ao longo da história da humanidade, mas o fato principal é que somos energia.

A força vital que nos alimenta recebe influência direta dos pensamentos e sentimentos que desenvolvemos durante o dia, e é aí que residem os principais detalhes a serem observados quando o assunto for roubo de energia.

Pensamentos e sentimentos ruins prejudicam intensamente a qualidade da energia que abastece o campo de energia humano. Da mesma forma, pensamentos e sentimentos positivos promovem a manutenção desta bioenergia...

O problema é que somos seres muito emocionais, o que quer dizer, que facilmente entramos de cabeça em uma ou outra emoção intensa, e estas por sua vez, são como fogos de artifícios que explodem, expandem-se e movimentam-se freneticamente. Quando essa explosão de emoções acontece, seja pelo motivo que for, há um consumo excessivo de energia vital e a bioenergia humana se desequilibra.

Então, junte todos esses acontecimentos do dia, enumere-os um a um, e perceba que esses eventos são muito comuns na vida da esmagadora maioria das pessoas deste mundo.

Seu time perdeu nos pênaltis, você sente um estado de nervoso... Você se desgasta.

Você assiste a uma notícia muito ruim na televisão e sofre com isso... Você se desgasta.

Você sente raiva no trânsito... Você se desgasta.

Você sente medo de não conseguir pagar as suas contas... Você se desgasta.

Você se chateia com um amigo, parente ou cônjuge... Você se desgasta.

Você julga o comportamento alheio, faz muitas críticas... Você se desgasta.

Você reclama da vida, do seu cabelo, do seu cansaço... Você se desgasta.

Todos esses eventos comuns na vida da maioria das pessoas são os principais responsáveis pelo estado de exaustão energética que normalmente nos encontramos ao entardecer. Este fator contribui muito para o aumento da intolerância, do estresse, da raiva, da falta de amor e das doenças físicas e emocionais no mundo.

Mas a principal causa de tudo isso é o esquecimento... Esquecer quem somos, de onde viemos e qual a nossa missão aqui na Terra. Ter emoções é humano! Mas aprender a controlá-las também é uma habilidade humana de uma pessoa que esteja em sintonia com ela mesma, com a sua essência ou Eu interior.

Não podemos mais viver no "piloto automático", sem pensar nossos propósitos e sem cuidar da nossa alma. Podemos nos encontrar com a nossa essência no banco do trem, avião ou metrô, na fila de um banco e até mesmo em pequenos intervalos de um ou dois minutos que temos antes e depois das refeições.

Não devemos fechar os olhos apenas para dormir, mas para olhar para dentro. Precisamos aprender a ouvir o que a nossa essência fala. E ela fala!

Podemos dar inúmeras dicas que são incríveis para reverter esse processo de exaustão energética, ou como dizemos na comunidade espiritualista, vampirismo energético. Mas a principal dica, ou melhor, a causa raiz do problema é que deve ser observada: o esquecimento de quem somos e da nossa essência.

Volte-se para você durante o seu dia, ouça a voz da sua consciência, respire fundo alguns minutos, eleve-se a Deus, faça uma oração do seu jeito e desenvolva a gratidão.

Se você tomar essas práticas como uma rotina, em uma semana você já será uma nova pessoa. Pode fazer o teste!"

E assim, que no ano de 2013 possamos educar melhor as nossas emoções, evitar desgastes desnecessários e descobrirmos nosso real objetivo no planeta Terra.
Evoluindo um pouquinho, dia após dia, alcançaremos nossa evolução e a verdadeira felicidade!
Um grande abraço a todos!

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Uma linda mensagem!

Estou muito sumida do blog, infelizmente, mas hoje gostaria de deixar uma linda mensagem que recebi por e-mail, chamada AMARRE O TEMPO:

As vezes, vivemos situações em que queremos parar o tempo,
não deixar aquele momento terminar, brecar os minutos,
como se fosse possível perpetuar o instante mágico.
Aquele feriado especial onde tudo de bom aconteceu,
o dia do casamento, o nascimento do filho esperado,
a colação de grau, o primeiro pagamento no banco,
o primeiro amor e o primeiro beijo...
Fragmentos que vão sendo armazenados em nossa memória,
que guarda palavras, cores, nuances e até cheiros,
que podemos, felizmente,
recordar durante a nossa existência...
É esse prazer, que está em arquivos no seu "eu",
que permite a magia de amarrar o tempo,
ao pé da árvore da saudade, e permite viajar,
mergulhar nas recordações, ganhar energias,
novas energias que nos fazem despertar,
quando estamos meio tristes,
acabrunhados pela situação, desanimados...
Vamos, resgate agora uma emoção que está guardada
em seu interior,
aspire o perfume da infância, do travesseirinho, da chupeta,
o cheiro da pessoa amada, o gosto daquele beijo roubado
na inocência,
segure o tempo com as suas mãos poderosas, e solte-o devagar,
ganhando forças para viver o hoje, construindo o amanhã,
com a certeza de que ontem foi apenas o começo,
o melhor está apenas para começar, agora, nesse momento,
em que o tempo diz que é tempo de ser feliz.
Paulo Roberto Gaefke
Lembrando que se você se sente preso ao passado, com muitas saudades, nostalgia de um tempo que não volta mais, existe o floral de Bach Honeysuckle indicado justamente para esses sentimentos. Esse maravilhoso floral nos ajuda a superar esse estado de nostalgia  e nos ajuda a seguir em frente!
Tomar 4 gotas, 4 vezes ao dia!
Um grande abraço a todos!!! 

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Florais de Bach para gatos



FLORAIS DE BACH ORIGINAIS PARA GATOS

Não existe uma lista fixa dos tipos de essências, mas as mais comuns provavelmente são:

• Mimulus – acanhados, assustados, reservados, desconfiados. Os tipos tímidos que evitam multidões, aglomeração de gente, grupo de pessoas e se mantém longe de estranhos.
• Impatiens – de raciocínio rápido. Tipo impetuoso, violento que estão sempre com pressa e se irritam se forem mantidos presos.
• Vine – gato chefe que usam ameaças e agressões para se imporem.
• Chicory – gatos que amam ser o centro de atenção da família e encontram dificuldades para dar liberdade para amar os humanos, gatinhos e amigos felinos.
• Beech – não consegue entender porque outros gatos ou pessoas não fazem o mesmo que ele e são intolerantes a diferentes abordagens, novas coisas etc.
• Vervain – gatos entusiasmados que se lançam em suas brincadeiras favoritas sem considerar o perigo.
• Centaury – nascido seguidores e colaboradores, podem ser dominados pelos outros e perder a independência.
• Heather – exige atenção de qualquer pessoa.
• Scleranthus – sempre com tremores e arrepios. Indo para um lado e para o outro, fazendo coisas sem se decidir o que quer.
• Clematis – sonhador excessivo. Tipos dorminhocos, parecem que precisam mais do que às 16 horas de media de descanso de um gato.
• Wild Rose – “cabeça nas nuvens”. Sem entusiasmo com a vida ou qualquer coisa.
• Water Violet – gatos que são especialmente felizes com sua própria companhia e evitam passar tempos com todos e sim com apenas um grupo seleto de indivíduos.
• Agrimony – gatos que se fazem de bobos mesmo quando estão com dor ou sofrendo.
• Larch – gatos que evitam desafios e tentam não lidar com dificuldades.
• Oak – forte, devagar, seguro, gatos deliberados que não sabem quando foram derrotados.
• Crab Apple – gatos agitados e possessivos.
• Rock water – o gato devoto, eles evitam o repouso para manter sua rotina.
• Rescue - Situações de stress, visitas ao veterinário, ser deixado sozinho, adaptação ao novo ambiente, medo de barulhos altos, latidos e rosnado excessivos. Efeito de calma imediato.

Você pode usá-los como prevenção. No entanto, para condições persistentes recomendamos um exame veterinário profissional para evitar diagnósticos errados.

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Sorvete de melissa

A melissa não podia faltar nos antigos mosteiros da Europa. Os monges serviam o chá feito com suas folhas perfumadas para acalmar e garantir noites de sono tranquilo. Também era conhecida e usada pelos gregos e árabes.
Sabe-se hoje que essa planta, além de propriedades calmantes, contém extratos que combatem o vírus da herpes. É indicada para períodos de estresse, ansiedade, depressão e exaustão.

Com melissa se faz um delicioso sorvete:

Ingredientes: 10 folhinhas de melissa, 2 maçãs verdes picadas em pedacinhos, 2 colheres de suco de limão, 3 colheres de mel e 1/2 xícara de suco de maçã.
Modo de fazer: Misture a maçã picada com o suco de limão para evitar oxidação e para dar sabor e levepara congelar. Bata no liquidificador e leve para congelar em forminhas de gelo.
Quando estiver congelado, bata no processador com as folhinhas de melissa e o mel. Sirva em tacinhas enfeitadas com folhinhas de melissa.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Beta-caroteno e seu poder antioxidante

O beta-caroteno pode ser uma extraordinária força para o sistema imunológico no combate ao câncer e aos radicais livres. Estudos relataram que portadores de câncer no pulmão, estômago, esôfago, intestino e útero possuem baixo nível de beta-caroteno no sangue.
Essa substância pode ser encontrada nas plantas de folhas verde-escuro e laranja escuro. Alguns exemplos: cenoura, batata-doce, couve, rúcula, espinafre, brócolis, damasco, abóbora, manga, mamão, laranja, entre outros. O cozimento rápido dos legumes não destrói o beta-caroteno.

FONTE: BIAZZI, ELIZA. O Maravilhoso Poder das plantas. 18ed. São Paulo: Casa Publicadora Brasileira, 2004.

sábado, 4 de agosto de 2012

Esclarecimentos sobre produtos orgânicos - Dra Elaine Azevedo

Sou adepta dos produtos orgânicos e acredito muito nos seus benefícios para a nossa saúde e para a saúde do meio ambiente.
Coloco aqui a entrevista da Dra. Elaine Azevedo, nutricionista  e com pós doutorado em saúde pública. Ela foi minha professora na graduação de Naturologia Aplicada da Unisul e suas aulas eram sempre esclarecedoras e inspiradoras.


Espero que essa entrevista possa despertar a consciência de muitas outras pessoas para a importância do consumo dos orgânicos.

Entrevista retirada do site: http://www.bioeorganicos.com.br/#

"Referência quando se trata de alimentos orgânicos e nutrição, dra. Elaine de Azevedo esclarece, nesta entrevista, muitas dúvidas básicas de quem opta por consumir orgânicos e busca argumentos científicos e bem embasados para isto. Alimentos orgânicos são, afinal, mais nutritivos do que os convencionais? Quais os riscos de ingerir doses mínimas de resíduos de agrotóxicos diariamente, mesmo que tais doses estejam dentro dos padrões permitidos pela Anvisa? Qual a funcionalidade dos alimentos orgânicos? Adianta lavar alimentos com resíduos de agrotóxicos?

Esta e outras dúvidas dra. Elaine, formada nutricionista pela UFPR, com mestrado em agroecossistemas e doutorado em sociologia política pela UFSC, além de pós-doutorado em saúde pública pela USP, responde com clareza. Seu interesse pelos orgânicos parte da premissa de que o conceito de alimento saudável deve ser expandido em toda rede de produção: saudável para as plantas e animais, para quem produz, para o meio ambiente, para quem consome. O início de sua formação começou com um curso de aperfeiçoamento em medicina antroposófica, que dá prioridade ao consumo de alimentos biodinâmicos. Em estágios realizados em clínicas e hospitais antroposóficos na Alemanha, Áustria e Suíça, conheceu o movimento ambientalista europeu, que acolhia a discussão sobre o impacto da agropecuária sobre a saúde e meio ambiente.
 
Desde que voltou ao Brasil, em 1991, vem se dedicando a divulgar os benefícios dos alimentos orgânicos entre o público leigo e os especialistas. Hoje, dedica-se a ministrar palestras e cursos sobre consumo sustentável, riscos ambientais e sistema agroalimentar, qualidade do alimento orgânico e agricultura e saúde coletiva em diversas instituições e eventos em todo o Brasil. Atualmente é professora na Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade Federal da Grande Dourados, em Mato Grosso do Sul e é diretora de Conteúdo do Portal Orgânico.
Outra novidade é que seu livro, um dos mais consistentes compêndios sobre alimentos orgânicos já publicados em língua portuguesa, "Alimentos Orgânicos", deverá ser reeditado ainda neste semestre pela Editora Senac. Vamos às dúvidas. E aos fatos. 

PORTAL ORGÂNICO: Os alimentos orgânicos são mais nutritivos do que os convencionais?
DRA. ELAINE: Primeiro de tudo é bom lembrar que existem vários aspectos de qualidade do alimento orgânico. O valor nutricional é um deles. Mas existem outros, como toxicidade, que é o principal diferencial, durabilidade e características sensoriais, como sabor, cor e textura. Podemos dizer que, a princípio, os orgânicos não têm maior valor nutricional, e sim melhor valor nutricional.

PORTAL ORGÂNICO: Por quê?
DRA. ELAINE: Vamos fazer uma relação com o ser humano. Quando comemos demais, não quer dizer que estejamos bem nutridos. Ao contrário. Pode surgir uma tendência à obesidade. E, se comemos pouco e mal, ficamos desnutridos. O ideal, então, é termos a qualidade e a quantidade de nutrientes adequada para a nossa espécie. Nas plantas é a mesma coisa. O solo deve fornecer o necessário, não o excesso. Um solo saudável, enriquecido com adubos orgânicos, é rico em muitos tipos de minerais. Os vegetais cultivados convencionalmente, à base de fertilizantes sintéticos – compostos unicamente de grandes quantidades de nitrogênio, fósforo e potássio de alta solubilidade, o adubo NPK –, acabam absorvendo grandes quantidades de nitrogênio do solo. Por isso, formam mais proteína, mas também mais nitrogênio livre, criando um desequilíbrio interno na planta. Esses vegetais que têm nitrogênio em excesso atraem mais pragas e por consequência tem-se que usar mais agrotóxicos para combatê-las. Ou seja, ter mais proteína não significa necessariamente ser um alimento mais saudável. Já a planta cultivada organicamente recebe e absorve somente os nutrientes de que precisa e tem um equilíbrio no valor nutritivo em geral. Não me refiro especificamente a carboidratos, lipídios e proteínas, que, tanto nos alimentos orgânicos quanto nos convencionais, são formados pela ação da luz solar, pela fotossíntese. Nisso eles podem ser muito semelhantes. Aliás, não são esperadas grandes diferenças de valor nutritivo entre orgânicos e convencionais.

PORTAL ORGÂNICO: Então o que diferencia o alimento orgânico do convencional em termos nutricionais, afinal?
DRA. ELAINE: É a qualidade do solo. Há pesquisas realizadas com alguns alimentos vegetais que comprovam a superioridade de minerais dos orgânicos. São poucas pesquisas ainda, mas nelas se provou que é no teor de mineral que o alimento orgânico pode se diferenciar do convencional. E existem estudos que mostram que o teor dos minerais nos alimentos diminuiu muito por causa dos métodos da agricultura convencional. Por isso os especialistas receitam cada vez mais suplementos sintéticos. Os solos estão pobres; os alimentos produzidos neles também.

PORTAL ORGÂNICO: Além do equilíbrio mineral, há mais alguma diferenciação entre o orgânico e o convencional?
DRA. ELAINE: Sim. Também é comprovado por meio de pesquisas que os alimentos orgânicos têm maior teor de fitoquímicos, substâncias como isoflavona, sulforaceno e licopeno, foco da nutrição funcional. No tomate orgânico, por exemplo, há maior teor de licopeno. Essas substâncias têm diferentes funções no organismo e na planta elas funcionam como um sistema de defesa; ou seja, o sistema imunológico da planta produz fitoquímicos. Os vegetais orgânicos têm que desenvolver um sistema de defesa mais eficiente porque não recebem o agrotóxico que controla as doenças. Novamente, comparando com o organismo humano, se o corpo está bem nutrido (como uma planta orgânica), ele tem um sistema de defesa que produz anticorpos de forma mais eficiente. A planta produz fitoquímicos. E, no caso de alimentos de origem animal, os orgânicos têm, comprovadamente, gordura de melhor qualidade, porque os animais criados organicamente têm a possibilidade de caminhar, ciscar, se movimentar. Aí também comparo conosco: quando fazemos exercícios regularmente, temos gordura corporal de melhor qualidade. Há várias pesquisas que comprovam que os alimentos orgânicos de origem animal (carnes, leites, ovos) têm taxas iguais de ômegas 3 e 6, maior teor de ácidos graxos insaturados e menores teores de ácidos graxos saturados. É bom ressaltar que o teor de gordura de proteína animal orgânica não é maior nem menor. É melhor.

PORTAL ORGÂNICO: São gorduras melhores para o nosso organismo absorver, é isso?
DRA. ELAINE AZEVEDO: A gordura insaturada eleva o nível de lipoproteína de alta densidade no sangue (HDL ou “colesterol bom”) e reduz o nível de lipoproteína de baixa densidade no sangue (LDL, ou “colesterol ruim”). Quando citei a relação entre ômegas 3 e 6, que é de um para um, isso indica também que a gordura é de melhor qualidade. A relação de equilíbrio entre os dois tipos de ácido linoléico (3 e 6) ajuda a evitar os problemas associados ao consumo excessivo de ômega 6 na dieta. Entre tais problemas estão as doenças cardíacas; a arteriosclerose; alguns tipos de câncer; hipertensão; colite e alguma doenças ósseas São assuntos bastante técnicos e o mais fácil é dizer: são alimentos que apresentam gordura de melhor qualidade, uma vez que o animal se exercita.

PORTAL ORGÂNICO: Há pesquisas que comprovam efetivamente tudo isso?
DRA. ELAINE AZEVEDO: Sim. Há várias que demonstram o teor aumentado de fitoquímicos e a qualidade da gordura animal. Em alguns vegetas pesquisados também foi comprovado o maior equilíbrio de minerais. No teor de proteínas, carboidratos e lipídios, porém, se fala em controvérsias na pesquisa. É uma controvérsia que, na verdade, não vai se diluir, porque não se esperam diferenças entre orgânicos e convencionais no quesito valor nutricional. E é um aspecto difícil de pesquisar. O simples transporte do alimento, a quantidade de luz solar ou água que a planta recebe já mudam o valor nutricional, então é um aspecto que precisa ter muito controle para a realização de estudos comparativos. Mas de qualquer maneira não é sob esse aspecto que se pode dizer: ah, é aí que os orgânicos se destacam. Não é por aí. Eu insisto que o valor nutricional não é o aspecto mais importante para definir a qualidade de um alimento. É muito reducionista.

PORTAL ORGÂNICO: O fato de alguns alimentos orgânicos serem mais caros em alguns casos não seria neutralizado então pelo maior benefício que eles proporcionam à saúde?
DRA. ELAINE AZEVEDO: Bem, você já respondeu. Digamos, porém, que este valor mais caro é algo relativo, já que os orgânicos efetivamente proporcionam maior benefício à saúde. Não só à saúde humana, mas também à saúde do meio ambiente, que, por tabela, também acaba refletindo na saúde humana. Então esse adicional de preço justo – que deve ser justo, e não 100% a mais, ou um preço especulativo – já implica tratar-se de alimento de melhor qualidade. Todo e qualquer produto melhor custa mais. Então a própria lei do mercado está implícita no alimento também. O produto orgânico é mais caro porque tem melhor qualidade. Mas, repito, não pode ser um preço abusivamente mais caro que torne o alimento elitizado. Pensando de outro modo: no caso dos alimentos convencionais, que são mais “baratos”: qual o real valor de um alimento barato que promove exclusão social do agricultor familiar, causa doenças e ainda degrada o meio ambiente? Que barato é este? É preciso pensar de forma sustentável a médio e longo prazos.

PORTAL ORGÂNICO: Quais os riscos de diariamente ingerirmos resíduos de agrotóxicos, mesmo que eles estejam dentro dos padrões da Anvisa? Não há o risco de acumulação no organismo, pois se diariamente ingerimos a dose recomendada em vários produtos, não teríamos no fim uma grande quantidade de resíduos ingerida?
DRA. ELAINE: Então, esta é uma pergunta difícil de responder. E explico por quê: os efeitos dos agrotóxicos são cumulativos. Aliás, todo problema relacionado à alimentação tem esse efeito. Mas não há como comprovar, literalmente, se o câncer que determinada pessoa teve depois de 30 anos consumindo alimentos convencionais está relacionado ao agrotóxico. Há estudos que mostram a relação de vários tipos de câncer com alguns agrotóxicos e, mais recentemente, detectou-se a relação entre o Mal de Parkinson e agrotóxicos na França. Mas todas essas doenças são multicausais. Não é só o agrotóxico que causa o câncer. E é justamente a multicausalidade das doenças que torna extremamente difícil a gente dizer qual é a dose inócua para o organismo. Não dá para dizer: qual é a dose certa do veneno?  Veneno é veneno. Se você usar pouco, com certeza o efeito vai ser mais de longo prazo. É aquela história: se você fumar pouco, continua sendo maléfico, mas você vai ter o efeito a mais longo prazo do que se fumar muito. Se alguém bebe o agrotóxico, morre. Se usa um pouquinho ao longo da vida, poderá ter uma doença crônica, não aguda. Mas continua a ingerir veneno e as consequências disso vão aparecer um dia. Outra coisa é que a “quantidade certa” de ingestão de agrotóxicos também não existe. É veneno. Vai ter repercussão em alguma instância. Mas nós não estamos ingerindo a quantidade certa. Estamos ingerindo mais, daí é difícil calcular riscos.

PORTAL ORGÂNICO: Então estamos ingerindo em excesso?
DRA. ELAINE: Claro. A gente nunca ingeriu na quantidade certa, tanto é que a Anvisa tem mostrado os alimentos que estão fora dos padrões. E, além disso, consumimos venenos já proibidos em outros países. É um abuso.

PORTAL ORGÂNICO: Mas boa parte das irregularidades detectadas na Anvisa era referente a uso não permitido de agrotóxicos em determinadas culturas, e não necessariamente ao excesso de limites.
DRA. ELAINE AZEVEDO: Esse é outro problema que enfrentamos. Entretanto, olha só: estou agora acabando de redigir uma pesquisa com alguns produtores de Dourados (MS), onde eu dou aulas na universidade. E os grandes produtores acham simplesmente que, se usar a dose certa, recomendada, não tem problema. Isso é recorrente. Mas essa realidade, efetivamente, nós não conhecemos.

PORTAL ORGÂNICO: Você acha então que o agricultor utiliza acima da dose certa?
DRA. ELAINE AZEVEDO: Sim. Especialmente o pequeno agricultor, aquele que produz alimentos para nosso consumo. Não se sabe, porém, nem se o uso na dosagem certa seja melhor ou inócuo. Assim como também não temos ainda estudos conclusivos que mostram que há mais câncer no Brasil por causa de agrotóxicos. Em algumas regiões de uso intensivo de agrotóxicos, como a região do fumo, por exemplo, há maior índice de suicídios e depressão relacionados ao uso de agrotóxicos do que em regiões onde não se cultiva fumo. Essa falta de conclusões científicas é que permite que se continue usando. Para nos deixar ainda mais intranquilos, nos países com maior controle do uso e quantidade de agrotóxicos também aparecem estudos e repercussões dos seus efeitos, como a França e a Inglaterra. Ali também existem preocupações relacionadas ao uso de agrotóxicos, inclusive doenças não ocupacionais, ou seja, aquelas não ligadas diretamente a quem trabalha com agrotóxicos. Há várias pesquisas no meu livro, que mostram os efeitos do uso de agrotóxicos nas populações no entorno de áreas de uso intensivo de veneno. E também nas populações em geral. Aqui, no Brasil, começamos recentemente a nos preocupar com o controle de agrotóxicos e órgãos como a Anvisa e a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) começam a se mobilizar mais efetivamente. Estamos ainda dentro do critério de risco e não de perigo. Explico: perigo a gente conhece a causa (com pesquisas provando, como o perigo do fumo); risco a gente não pode provar, como os agrotóxicos. Estamos bem dentro deste critério de risco para discutir agrotóxicos. São várias conjecturas e várias questões que se entrelaçam para chegarmos ao nível de formularmos um possível perigo.

PORTAL ORGÂNICO: Como está a pesquisa ligada à nutrição e agrotóxicos no Brasil?
DRA. ELAINE AZEVEDO: A área da saúde coletiva tem se preocupado mais e existe preocupação cada vez maior na relação de doenças e agrotóxicos. Na área da nutrição a pesquisa é quase inexistente. Poucos nutricionistas e médicos incorporaram o conceito orgânico no contexto de qualidade alimentar. Quem tem o interesse de apoiar essas pesquisas? A Abrasco acabou de lançar um dossiê sinalizando a escassez de pesquisas na área.

PORTAL ORGÂNICO: Há maneiras de eliminar os resíduos de agrotóxicos nos alimentos?
DRA. ELAINE AZEVEDO: Não, eliminar não. A grande maioria dos agrotóxicos é metabolizada até a semente. Então, o que você tira na lavagem é o excesso da casca. Pode retirar utilizando uma escovinha e tal, mas só retira o excesso, e não o agrotóxico metabolizado pela planta. Não tem como retirar. Ele não fica só na casca. O que você retira na higienização é o excesso. E eu sou contra tirar a casca de um alimento – fonte de fibras e nutrientes – porque temos que diminuir o veneno. Tem que ser orgânico, tem que ser sem veneno.

PORTAL ORGÂNICO: Nem com o agricultor respeitando as carências exigidas pelo fabricante antes de vender o alimento? O agrotóxico não se degradaria naturalmente até o prazo de consumir o produto?
DRA. ELAINE: Não, pois, cumprindo a carência, o que se faz é diminuir exatamente a alta periculosidade do alimento. Se alguém consumir um alimento cuja carência ainda não tenha vencido, esta pessoa estará justamente consumindo veneno em excesso, numa quantidade bem maior do que a recomendada. Agora, pensa bem: a planta metaboliza o veneno, “degrada” e vai para onde? Para algum lugar o agrotóxico tem de ir. É comum um agricultor dizer: “A terra anula o veneno”. Ou seja, ela absorve ou ele evapora. Ou fica na terra, no lençol freático, ou volta como chuva ácida. Um efeito tóxico não se anula. Não tem como sumir.

PORTAL ORGÂNICO: Há diferença de sabor entre o alimento orgânico e o convencional?
DRA. ELAINE: Sim, há diferença. Os mais sensíveis percebem o gosto do veneno em alguns alimentos convencionais. Mas só posso dizer que os orgânicos têm sabor (e também cor, textura, odor) original. Se o sabor é melhor ou pior, é uma questão individual. Por exemplo, tem gente que não gosta de leite orgânico, que lembra “vaca”. Que prefere leite longa vida, industrializado com um sabor que remete ao chocolate; ou questiona a galinha orgânica, caipira, que tem um sabor “mais forte”. Dá para dizer que é melhor? Não. Dá para dizer que é um sabor original do alimento. Agora, existem pesquisas em vegetais que mostram que cenouras e maçãs são mais adocicadas, com maior teor de açúcares. Outro exemplo, a cor amarela intensa do ovo orgânico pode gerar nojo em algumas pessoas, que podem preferir um ovo mais esbranquiçado. Características sensoriais do alimento orgânico é uma questão bem subjetiva. Mas os sabores são diferenciados e por isso os chefs têm preferido os orgânicos.

PORTAL ORGÂNICO: Quais os benefícios de consumir orgânicos?
DRA. ELAINE: Bem, quase todos os benefícios têm a ver com a saúde. O primeiro é que você vai ter alimentos com menor toxicidade e menos resíduos de contaminantes (não só agrotóxicos, mas também adubos, aditivos, drogas veterinárias), que duram mais e que têm um valor nutricional equilibrado e características sensoriais originais. Existe outro aspecto, que é o ambiental. Ao consumir orgânicos, você está preservando a saúde do meio ambiente, que afeta a sua saúde. Quando você compra orgânicos, cuida da qualidade do seu ar, da sua água, da sua terra. Não é o meio ambiente lá fora. É a sua saúde via meio ambiente, porque não dá pra ser saudável respirando um ar poluído e bebendo água contaminada. Porque eu falo isso? Porque as pessoas conseguem pensar o meio ambiente muito fora de si mesmas. Mas o cuidado com o meio ambiente deve começar com seu corpo, sua primeira casa. Hoje o agricultor é o cara que detona ou cuida do seu meio ambiente. Do seu ar, da sua água, da sua qualidade de vida. O terceiro aspecto é que a agricultura orgânica é quase sempre feita por agricultores familiares. Ao consumir orgânicos, você apoia essa forma de agricultura, que é o sistema que produz seu alimento. Não é o agronegócio que produz o que você come no Brasil. Ele produz para exportar. Se você não apoia o pequeno agricultor porque acha que não tem nada a ver com ele, pense pelo menos individualmente: de onde virá sua comida? Se eu ajudo o agricultor a ficar no meio rural, tenho a longo prazo uma cidade de melhor qualidade, com menos desemprego, menos violência, e isso interfere na nossa saúde, que é a saúde social. O que eu gosto muito de enfatizar é que o alimento orgânico tem três âmbitos, que é o da saúde humana, social e ambiental e todos eles têm uma íntima relação com a saúde do indivíduo. Essa é uma forma de pensar saúde de um modo amplo e não reducionista. Comer é um dos atos mais complexos que a gente faz cotidianamente."

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Linda mensagem

Recebi essa linda mensagem por e-mail e resolvi compartilhar com vocês:


Certa vez, um homem caminhava pela praia
numa noite de lua cheia.
Pensava desta forma:
Se tivesse um carro novo, seria feliz...
Se tivesse uma casa grande, seria feliz...
Se tivesse um excelente trabalho, seria feliz...
Foi quando tropeçou numa sacolinha cheia de pedras.
Ele começou a jogar as pedrinhas,
uma a uma, no mar, cada vez que dizia:
Seria feliz se tivesse...
Assim o fez ficando somente com
uma
pedrinha na sacola, que decidiu guardá-la.
Ao chegar em casa percebeu que aquela
pedrinha tratava-se de um diamante muito valioso!
 
Você imaginou quantos diamantes ele jogou
no mar enquanto não parava de pensar?

Assim são as pessoas: jogam fora seus preciosos
tesouros por estarem esperando o que acreditam
ser perfeito ou sonhando e desejando o que
não têm, sem valorizar o que tem perto delas.

Se olhassem ao redor, parando para observar,
perceberiam o quão afortunadas são!

Muito perto de si está sua felicidade.

Cada pedrinha deve ser observada.
Pode ser uma diamante valioso...

Cada um de nossos dias pode ser considerado
um diamante precioso, valioso e insubstituível.

Depende de nós aproveitá-los ou lançá-los ao mar
do esquecimento para nunca mais recuperá-los.
 

E você: como anda jogando suas pedrinhas?
Muita  Paz !

sábado, 30 de junho de 2012

Que tal consumir agrião nesse inverno?

Abundante nos meses de inverno, o agrião é um sucesso nas receitas culinárias (e médicas também!). A hortaliça, que tem o cultivo favorecido no clima frio, é um ingrediente recorrente em xaropes e outras fórmulas para combater problemas respiratórios comuns no inverno.

Seu efeito expectorante vem de substâncias conhecidas como glicosídeos, que agem reduzindo a inflamação da mucosa do trato respiratório. Associado ao mel, o agrião se torna um grande aliado da saúde.

Um suco de agrião e laranja adoçado com mel é um excelente expectorante.

Além disso, esse poderoso vegetal contém betacaroteno, que previne o envelhecimento, fortalece as unhas e aumenta a elasticidade da pele e o brilho dos cabelos, e ainda é uma fonte de vitaminas do grupo B e C, rica em fibras e sais minerais, como iodo, fósforo e ferro.

Pesquisas apontam a possibilidade de o consumo de agrião evitar a formação de alguns tipos de câncer, como os de mama e de boca: ele contem glicosinolatos, compostos que aparentemente bloqueiam a ação de substâncias carcinogênicas.

A melhor forma de consumir a verdura é na forma crua ou levemente cozida para manter os nutrientes intactos.

O agrião vai bem em saladas, sanduíches, sopas e molhos. Pode, por exemplo, substituir o manjericão no tradicional pesto.

Depois de tantos benefícios que tal acrescentarmos agrião no nosso prato?

FONTE: Revista Casa e Comida. Número: 17. Editora Globo. Junho e Julho/2012.

domingo, 24 de junho de 2012

Refletindo com Dr. Bach

Dr. Edward Bach, médico inglês criador do sistema floral, disse uma vez: 

“Ao amanhecer, todas as confusões de ontem são coisas do passado. Hoje se inicia um novo dia, que nunca existiu”.

Sendo assim, para que ficarmos remoendo acontecimentos passados? O que foi ruim, sofrido, precisa ser elaborado e entendido como uma experiência que beneficiará nosso crescimento pessoal; Já o que foi bom, feliz, serve-nos como um bálsamo, dá alento e esperança à nossa Alma, pode (e deve) ficar nas nossa lembranças e no nosso coração, mas não deve se transformar naquela saudade sofrida, na qual queremos voltar ao passado, reviver o que foi bom, sem desfrutarmos do presente.

Para conseguirmos (con) viver com nosso passado de forma saudável podemos contar com a essência floral Honeysuckle que desenvolve a capacidade de lembrar o passado, mas ao mesmo tempo viver o presente em sua plenitude. Dá o entendimento das vivências mal resovidas do passado.

Desejo que todos tenham uma semana de muita paz!

domingo, 10 de junho de 2012

As propriedades medicinais do inhame

O inhame é um excelente alimento, que além de fornecer nutrientes necessários ao nosso organismo, ainda trata e previne doenças.
Vamos conhecer algumas de suas propriedades:

1. Depurativo do sangue: é um dos alimentos que ajuda a limpar o sangue e aumenta a eliminação de toxinas através da pele, dos intestinos e dos rins;

2. Fortalece o sistema imunológico:  o inhame fortalece os gânglios linfáticos, que são os postos avançados do sistema imunológico;

3. Evita a malária, a dengue e a febre amarela: a presença do inhame no sangue permite uma reação imediata à invasão do mosquito, neutralizando o agente causador da doença antes que ele se espalhe pelo corpo. Aldeias inteiras morreram de malária depois que as roças de inhame foram substituídas por outros plantios.

4. Ajuda na fertilidade: o inhame possui fitoestrógenos, considerados hormônios vegetais, auxiliando na fertilidade e no período de menopausa.

O que você está esperando para inserir o inhame na sua alimentação?

Para quem gosta de pão de queijo, conheço um delicioso pão de queijo feito com inhame que vocês podem encontrar aqui.

Boa semana a todos!!!!

sábado, 14 de abril de 2012

O floral de Bach Water Violet e a convivência

O floral de Bach Water Violet ajudará as pessoas que são reservadas, sérias, fechadas em seus sentimentos.  Normalmente são fechadas em seu mundo sem compartilhar a vida com os outros. Solitárias e independentes gostam de viver por conta própria, falam pouco e com suavidade, andam sem fazer ruído. Gostam da solidão para ficarem sozinhas em seu próprio mundo, não compartilhando com os outros os seus conhecimentos de vida.
Quando pessoas com esse tipo de personalidade possuem algum problema, guardam para si, fechando-se em si mesmas, podendo dar impressão de frieza ou orgulho que, na verdade, não existem. São apenas reservadas, deixam as pessoas sozinhas e seguem seu próprio caminho.

As crianças com esse padrão de personalidade podem se manifestar da seguinte forma: são seguras, auto-suficientes, aparência séria, fechadas, podendo parecer antipáticas. Sentem-se felizes brincando sozinhas, não gostam de jogos coletivos por terem dificuldade em se relacionarem com outras crianças.

Quando estão tristes, as crianças Water Violet se retraiem, sofrem em silêncio, rejeitam a atenção dos outros, tornando-se mais solitárias ainda. É difícil ler os pensamentos de uma criança ou de um adulto Water Violet, porque eles se fecham e se afastam quando alguém chega perto demais.

O floral Water Violet desenvolve a capacidade de compartilhar com humildade nosso conhecimento e sabedoria com o outro; Traz leveza e alegria da convivência.

Como é a flor Water Violet? 
A planta Water Violet é aquática. Mostra-se delicada e ereta, escondendo suas raízes e folhas embaixo da água, saindo para cima da superfície um talo fino com um cacho de delicadas flores lilás claro com centro amarelo.
São também distantes umas das outras. Vivem em lugares de difícil acesso, atrás de diques e barreiras, dificultando a aproximação de pessoas e dos animais.

Dr. Bach nos dizia "Assim como gostaríamos que os outros nos ajudassem na subida íngrime e difícil da vida, estejamos também sempre prontos a estender uma mão amiga e a repartir a nossa experiência, produto de um aprendizado mais amplo, com um irmão mais jovem ou mais fraco".

Texto baseado no livro "Aprenda a ser feliz com os florais de Bach" de Mara Peroni e Celso Peroni.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Até quando fazer tratamento com florais?

Muitas pessoas que tomam florais me perguntam: até quando devo tomar floral? Devo tomar florais para sempre?

Para responder a essa questão, transcrevo um trecho do livro de Patricia Kaminski e Ricardo Katz "Repertório das essências florais":

Se o trabalho com as essências florais é uma jornada de cura, será que algum dia chegamos ao fim dessa jornada? Haverá por acaso um momento em que já lidamos com todas as nossas questões emocionais e deixaremos de precisar das essências florais?

Tais perguntas possuem como base a premissa de que existiria um estado estático de normalidade, saúde, felicidade, perfeição, bem-aventurança ou iluminação, que poderia ser permanentemente alcançado. Na verdade, enquanto estamos vivos nesta Terra, nossa alma sempre enfrentará desafios e sempre terá a necessidade de aprender e evoluir na escola da vida.

Se vemos as essências florais como catalisadores do crescimento da alma, e não como remédios que solucionam nossos problemas, elas sempre terão a possibilidade de nos ajudar. Embora possa haver momentos em que optamos por não trabalhar com as essências ou escolhemos usar outros métodos, mesmo assim as essências florais podem permanecer nossas aliadas através dos muitos ciclos e espirais da evolução da nossa alma.

terça-feira, 10 de abril de 2012

O delicioso óleo essencial de alecrim

O alecrim era reverenciado como erva sagrada para memória; Culpeper disse que o alecrim "ajuda uma memória fraca e agiliza os sentidos". Na Idade Média, o alecrim era espalhado pelo chão e levado em ramalhetes para ser inalado em situações difíceis. Acreditava-se que a erva evitava os maus espíritos e era o elixir da juventude e da vida.

O alecrim era queimado em quartos de doentes para desinfetar e para proteger contra doenças infecciosas. Era também conhecido por suas qualidades revigorantes e estimulantes. Pesquisadores da Alemanha descobriram, em 1987, que a erva tem efeito estimulante no Sistema Nervoso Central, o que reforça a afirmação de Culpeper.

Para as emoções e a mente o alecrim é revigorante, estimulante e descongestionante. Ajuda na concentração e nos estudos, além de despertar alegria e bem-estar.

Na circulação o alecrim também e estimulante, ajudando a aliviar a sensação de cansaço nas pernas, reduzindo inchaço e  ativando a circulação.

Seu aroma é indicado para aliviar sintomas de resfriados e abranda congestões.

O alecrim é ainda considerado antifúngico e antibacteriano, podendo ser usado como desinfetante, ajudando a prevenir infecções e desodorizando o ar. Pode-se diluir 1 gota do óleo essencial em um difusor aromático, ou ainda adicionar 2 gotas do óleo essencial a 100ml de água fervida e resfriada e colocar em um borrifador de água; Chacoalhe bem e vaporize o ambiente.

Na área da beleza o óleo essencial de alecrim tem efeito refrescante e revigorante para a pele, podendo ser adicionando em tônicos de limpeza para a pele.

Contra-indicações: o óleo essencial de alecrim é contra-indicado para crianças hiperativas, para pessoas que possuem hipertensão arterial, trombose e para quem faz uso de remédios de homeopatia.

Texto baseado no livro de MAXWELL-HUDSON, C. Aromaterapia & Massagem. São Paulo: Vitória Régia, 2000.

quarta-feira, 28 de março de 2012

Pensamento

Compartilho esse pensamento muito inspirador de Fritz Perls, um psicoterapeuta e psiquiatra que reuniu diversos estudos da área de psicologia e desenvolveu a Gestalt-terapia - uma abordagem psicoterapeuta.

"Eu faço minhas coisas,
você faz as suas.
Não estou neste mundo para viver de acordo com as suas expectativas.
E você não está neste mundo para viver de acordo com as minhas.
Você é você e eu sou eu.
E se por acaso nos encontramos, é lindo
Se não, nada há a fazer".
(Perls )

A Gestalt-terapia aborda conceitos como: a realidade do aqui/agora, o organismo como totalidade, a unidade organismo/meio, a dominância da necessidade emergente e uma reflexão sobre o conceito da agressão , que é entendida como uma força biológica importante para o crescimento.

O contato por si só é transformador, a sua natureza possibilita a espontaneidade. A abertura a um contato satisfatório é elemento de cura na Gestalt-Terapia.
Uma teoria bastante aceita entre os gestaltistas é a de J. Zinker (1979), este define o o processo da seguinte forma:
  • Awareness (sensação): é o surgimento de impressões vagas, inquietude, que logo começa a se dar conta, passa a ter consciência, se a awareness se dá por completo o sujeito é capaz de identificar a sua necessidade dominante.
  • Energização/Ação: Nesta etapa o organismo convida seus músculos para a ação, há uma sensação crescente de energia, a awareness passa a ser organizada em prol de sua satisfação.
  • Contato: É nesse momento que se entra em contato com o que satisfará a necessidade, é o momento do encontro com a diferença (eu e não-eu), a transformação se dá, as figuras emergem de forma nítida.
  • Retirada / Conclusão: A necessidade foi satisfeita e o organismo se retira, neste momento há a resolução e o alívio, a energia começa a se retrair.
  • Retraimento: Aqui há o fechamento da gestalt, a energia se retrai totalmente, têm-se a sensação de dever cumprido.
O Ciclo Gestáltico reflete o funcionamento saudável do organismo. Durante o ciclo podem ocorrer interrupções e a energia pode ficar estagnada ou ser prolongada. Logo começam a surgir os distúrbios do contato.
Um grande avanço da Gestalt-Terapia, é o fato de compreender o indivíduo observando a forma como este se satisfaz, o estabelecimento do contato, seja com o meio, seja com pessoas é de suma importância no pensamento gestáltico.

Os alimentos e o colesterol

Alguns alimentos podem ajudar a diminuir a taxa de colesterol ruim (LDL) do nosso organismo. Vejamos alguns deles:

Cebola: a cebola tem uma ação hipolipidêmica por causa dos princípios à base de enxofre que ela contém, entre eles a metil cisteína sulfurosa e o alipropil disulfídio. A cebola é apontada como um alimento da dieta para controle da arteriosclesrose e dos triglicerídeos;

Aveia: a aveia contém fenóis de atividade antioxidante inibidores da ação da LDL e beta-glucanas, fibras que estimulam a excreção do excesso de colesterol;

Limão e grapefruit: contêm pectinas que auxiliam na redução das taxas de colesterol e atuam no fortalecimento dos vasos; O grapefruit, especificamente, possui narigina, que impede a agregação de células vermelhas;

Açafrão: também chamado cúrcuma, diminui os níveis de LDL sintetizado pelo fígado;

Alcachofra: usada como hortaliça ou chá, contém cinarina, que age no controle do colesterol.

Uva: contém resveratrol, que impede o acúmulo de colesterol nos vasos sanguíneos;

Mamão: contém papaína, que auxilia na decomposição de gorduras;

Ruibarbo: pode diminuir o nível total de colesterol sérico, pois inibe uma enzima (esqualene epoxidase) envolvida na síntese do colesterol;

Berinjela: auxilia no equilíbrio dos altos níveis de colesterol.

Todos esses alimentos, portanto, devem fazer parte da dieta das pessoas com alta taxa de colesterol.

Lembre-se sempre que uma alimentação saudável faz parte da prevenção de doenças e da conquista da qualidade de vida. Dê preferência aos orgânicos, pois os mesmos não contêm agrotóxicos, adubos químicos e nenhum tipo de substância prejudicial à saúde.

Fonte: AZEVEDO, E. de. Trofoterapia e Nutracêutica. Blumenau: Nova Letra, 2007.


terça-feira, 27 de março de 2012

A essência floral de Bach Sweet Chestnut e o perfil da criança que necessita desse floral

O floral Sweet Chestnut ajudará a quem se encontra num estado de desespero mental terrível, com a sensação de que a própria Alma está sendo destruída. A angústia é tanta que parece insuportável, e a pessoa sente que está no limite de sua resistência. Não consegue ver a saída de seu sofrimento, mas a procura desesperadamente. Não vê a luz no fim do túnel.

É o maior grau de desespero que a pessoa pode sentir, pois acha que nem a morte vai libertá-la da dor. Entretanto, não apresenta tendências suicidas. Esse tamanho grau de desespero pode ocorrer após algum sofrimento prolongado, a perda de entes queridos, o fim de um longo relacionamento, restando a sensação de um futuro sombrio e sem esperanças.

O Dr. Bach descreveu para "o desespero sem esperança daqueles que sentem que atingiram o limite de sua tolerância".

Como é a personalidade da criança Sweet Chestnut? É aquela que entra em desespero e angústia profunda quando passa por uma dor muito grande como na perda de seu animalzinho de estimação, de um amigo ou uma pessoa que ama. Sente-se completamente sozinha, desamparada e desprotegida, não vendo saída para a situação.
Sweet Chestnut vai acalmá-la, confortá-la e mostrar que nem tudo está perdido, da mesma forma que o fará com os adultos nas mesmas situações.

Fonte: PARONI, M.; PARONI, C. Aprenda a ser feliz com os florais de Bach. 2ed. São Paulo, 2003.

Eu tive o grande prazer e privilégio de conhecer a belíssima árvore deSweet Chestnut no Kew Garden de Londres (foto acima).

Mensagem do Dr. Bach: "Tenha esperança e confiança no futuro, visualizando e dirigindo-se para a Luz. Acredite em si mesmo, e lembre-se que cada dia é uma nova oportunidade".

Que todos nós possamos ter esperança de um futuro melhor, e que nossos corações sintam-se preenchidos com muita paz.



 

quinta-feira, 22 de março de 2012

Uma das possibilidades psicossomáticas da obesidade

A obesidade é um assunto que é sempre pesquisada pela comunidade científica e explorada por oportunistas que oferecem regimes milagrosos que mais prejudicam o corpo do que resolvem o problema.

O aumento de peso tem afetado boa parte da população; A preocupação com a elevação de peso, na maioria das vezes, é exagerada, porque não só afeta o físico, mas também abala a auto-estima e fere o amor-próprio.

Excesso de peso é um constante desconforto. O espelho denuncia a existência de curvas indesejadas no corpo, as roupas não cabem mais, e para o desespero da pessoa, ela precisa admitir que engordou.

O que mais afeta as pessoas que estão acima do peso é serem taxadas de gordas e discriminada no grupo de amigos. A adequação é um dos objetivos de qualquer um, portanto a obesidade fará a pessoa sentir-se inadequada; isso causa grande abalo emocional. 

Antes de se dedicar a um método de redução de peso, é preciso integrar-se com a própria realidade corporal, porque muitas vezes a pessoa não está tão acima do peso como imagina, mas, em sua visão distorcida do próprio corpo, ela equivale a alguém que posui peso bem elevado.

ACEITAR o próprio peso não significa acomodar-se à condição em que se encontra. Se a pessoa se integrar com a sua REAL CONDIÇÃO, sem se depreciar, ela vai escolher um método de emagrecimento que não agrida o corpo e não prejudique a saúde.

Quem comete exageros, aventurando-se em regimes rigorosos e exercícios pesados para perder o máximo de peso em mínimo de tempo, não respeita os limites do corpo e, consequentemente, agride-se. Empenhar-se nos objetivos estéticos é saudável, mas não se deve radicalizar.

O verdadeiro bem-estar não depende do peso que o corpo apresenta, mas sim de como a pessoa está se sentindo interiormente.

Cuidar do corpo é um gesto de carinho. Evitar os excessos e preservar a integridade física com dietas amenas intercaladas com exercícios leves representa uma maneira natural de perder peso, sem a pressão exercida pela baixa auto-estima quando se atrela o emagrecimento à felicidade.

A insegurança e a fragilidade interior tornam a pessoa dependente das formas físicas para estabelecer vínculos afetivos. Já aqueles que são interiormente saudáveis, além dos cuidados com o corpo, consideram outros talentos como agentes de integração e preservação de um relacionamento. A estética corporal promove uma aproximação circunstancial. A condição emocional é responsável por estender uma relação.

No âmbito metafísico, o aumento de peso está relacionado com a fragilidade interior, que se compara a uma imaturidade emocional. A pessoa pode sentir-se despreparada para lidar com algumas situações, geralmente na relação familiar ou afetiva, mas pode ser também de ordem profissional ou social.

Assustada com o desenrolar dos fatos, sente-se desamparada. Em vez de enfrentar as dificuldades do ambiente, recorre aos subterfúgios para atenuar suas frustrações.

Um dos mecanismos de fuga mais frequentes é a alimentação. A pessoa precisa sempre estar mastigando algo para atenuar o ócio ou extravasar a indignação. Também o prazer do alimento compensa o desconforto da realidade, preenchendo o vazio interior.

Outra forma de compensar é por meio das faculdades mentais. Enquanto pensam em tudo o que tem que fazer, emitem impulsos mentais para o organismo, que, em virtude disso, se prepara para exaustivas atividades, armazenando uma série de nutrientes absorvidos na digestão, principalmente as gorduras, que servem de combustível para o corpo na hora de realizar as tarefas planejadas.

As pessoas acima do peso tendem a mostrar grande afeto para com os outros, mas em seu íntimo pode repousar uma grande carência. Exemplos disso ocorrem quando existe um término de relacionamento, ou uma perda de emprego, ou uma queda financeira, as pessoas podem ganhar muito peso na busca de preencher a lacuna emocional, que é compensada pelo revestimento de gordura no corpo.

Dedicar-se a uma reformulação das condições interiores representa um ingrediente fundamental nas dietas e exercícios que visam à redução ou controle de peso.

Fonte: VALCAPELLI & GASPARETTO. Metafísica da Saúde. Volume 3. Editora Vida e Consciência, 2004.

Os florais de Bach podem ajudar na motivação e na auto-estima corporal, fatores fundamentais para a perda de peso. Óleos essenciais da aromaterapia também podem auxiliar nesse despertar emocional e na queima de gorduras.
Procure auxílio na natureza para melhorar a sua qualidade de vida e bem-estar! :)

quarta-feira, 21 de março de 2012

De olho na postura!

Gestos simples e repetidos como carregar bolsas, assistir televisão, dirigir, lavar louça, entre outros, de forma errada podem levar a dores muito incômodas. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), 80% da população mundial sofrerá de dores nas costas em algum momento da vida.

A longo prazo, as dores nas costas, podem colaborar para o envelhecimento precoce da musculatura entre as vértebras e levar a dores cervicais ou lombares.

A coluna é essencial para a sustentação do nosso corpo, além de absorver e dissipar as sobrecargas. Graças a ela podemos girar e mexer para frente, para trás e para os lados; Muitas pessoas não sabem que músculos de várias partes do corpo, como tronco, pernas, braços, pelve e pescoço, estão ligados à coluna.
As consequências de uma má postura incluem: tensões musculares, dores de cabeça, dores no pescoço, artroses, hérnias e compressões das articulações.

Padrões emocionais de sobrecarga, baixa auto-estima, depressão e ansiedade podem estar relacionados com a má postura, já que infuenciam a forma de nos mostrarmos para o mundo.

A postura ideal é aquela em que há equilíbrio entre os músculos e ossos, distribuindo o peso entre os dois lados do corpo.

A melhor postura para se deitar: quadril, ombro e cabeça devem estar alinhados. Use almofadas entre as pernas e os braços, e opte por colchões de alta densidade;

A melhor postura para se sentar: apoie o corpo sobre a parte anterior do ísquio (ossa da pelve que sentimos quando sentamos sobre a mão). Com os pés paralelos e plantados no chão, forme um ângulo de 90 graus com os joelhos. Prefira cadeira com encosto;

A melhor postura para ficar em pé: distribua o peso do corpo entre os calcanhares e a região abaixo dos dedos dos pés, que devem ficar paralelos;

A melhor postura para abaixar: com a cabeça alinhada à coluna, flexione o quadril, joelhos e tornozelos para alcançar o chão. Ao levantar um objeto mais pesado, apoie um dos joelhos no chão.

Para aliviar as dores e tensões nas costas e musculares, massagens terapêuticas podem ser muito eficazes, além da reflexologia; ambas liberam endorfinas no nosso organismo, proporcionando bem-estar.
A reflexologia regula ainda as funções do nosso corpo, diminuindo as dores e equilibrando todas as funções.

Para ajudar nos padrões emocionais, os florais podem ser uma ótima pedida.

Viva a saúde!

Texto baseado no livro "De olho na postura" dos autores Christina Ribeiro e Victor Liggieri da Summus Editorial.

domingo, 4 de março de 2012

Substituindo o sal por outros temperos


Sabemos que o sal pode ser um vilão para a nossa saúde, pois além de reter líquidos ainda pode causar hipertensão arterial. Por isso, devemos ter muito cuidado com a quantidade de sal que colocamos na nossa comida, substituindo, em partes, por condimentos saborosos e que fazem bem a saúde, facilitando até mesmo a digestão e beneficiando o organismo como um todo.
Lembre-se sempre de verificar a quantidade de sal (sódio) na embalagem de alimentos industrializados, evitando ao máximo o seu consumo.
Veja, a seguir, algumas sugestões de tempero:

Alecrim - para carneiros, frango, carne de porco, pães, batatas;
Coentro - para saladas, ensopados de peixe e pratos asiáticos e mexicanos;
Endro - para salmão, arenque, vitela, cenouras, pepinos, batatas, queijos frescos;
Hortelã - para pepino, batatas, ervilhas, queijos, melão, sopas frias, carneiro, iogurte;
Manjericão - para peixes, vitela, galinha, frutos do mar, saladas, ovos, pesto, tomates, massas;
Sálvia - para carne de porco, vitela, pato, peru, grãos, ovos, ricota, risotos, massas;
Tomilho - para aves, carnes assadas, caçarolas, batatas;
Pimenta caiena - para pratos indianos, mexicanos, frutos do mar, molhos;
Anis estrelado - para carne de porco, pato, frango, peixes, frutos do mar, marinadas;
Canela - para sobremesas de frutas e chocolates, pratos do Oriente Médio, bolos, pães, pudins e arroz;
Cominho - para pratos indianos e mexicanos, carne de porco, frango, carneiro, queijos, sopas;
Cúrcuma - para arroz, grãos, chutneys, confere ao alimento cor amarela;
Gengibre - para pratos orientais e indianos, frangos, legumes, algumas frutas, bolos, biscoitos;
Mostarda (semente ou em pó) - para carne de boi ou porco, frango, coelho, legumes, caldos, molhos;
Noz moscada - para molhos brancos e de carne, massas, batatas.

Boa semana e boas receitas para todos!


quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Um pouco sobre as cores - cromoterapia


As cores possuem indicações para tratamentos e prevenções de doenças. A terapia que se utiliza das cores como forma de tratamento é a cromoterapia. Vejamos as cores e um resumo das suas indicações:

Vermelho: estimula a circulação sangüínea, produz calor que vitaliza e energiza o corpo físico, ativa o Sistema Nervoso Simpático e estimula os nervos sensoriais.

O vermelho é contra-indicado para: febre, hipertensão, condições inflamatórias, insônia e temperamentos excitáveis.

Amarelo: ativa nervos motores, portanto gera energia para os músculos; ação estimuladora, de limpeza e de eliminação sobre o fígado, intestino e pele; purifica a corrente sangüínea e ativa o sistema linfático. É indicado para condições de desânimo e melancolia.

O amarelo é contra-indicado para: inflamações agudas, diarréia, febre e palpitação do coração.

Laranja: estimula a glândula tireóide e a respiração; estimula metabolismo do cálcio; trata problemas musculares e ósseos; indicado para disfunções do estômago; cria sensação geral de bem-estar e alegria.

O laranja é contra-indicado para disfunções nas glândulas paratireóides.

Verde: refrescante, suavisante e calmante tanto fisicamente quanto mentalmente; baixa a pressão sangüínea; atua contra insônia, exaustão e irritabilidade.

Azul: relaxa a mente; combate inflamações e a ansiedade.

O azul é contra-indicado para: hipotensão.

Índigo: estimulante das paratireóides; purifica a corrente sangüínea; bom para a tonicidade muscular.

O índigo é contra-indicado para: hipotireoidismo.

Violeta: estimulante do baço; aumenta o número de leucócitos; controla a irritabilidade e excesso de raiva.

O violeta é contra-indicado para: leucemia.